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NEWS - SONY, MICROSOFT e NINTENDO NOVOS VIDEO GAMES (?!?!?)

Publicado por Da Redação em Games · 20/4/2016 10:26:00
[SONY] - Versão atualizada do PS4 já tem nome: NEO

NEO = MATRIX ?!?!?
Nem PS4.5 nem PS4K, como os rumores diziam. O nome da versão melhorada do PS4 é NEO. NEO terá mais potência que o PS4 original, GPU melhorada, melhor placa de vídeo, mais velocidade de processamento e uma memória de 8GB mais rápida. Veja o comparativo:

Original PS4:
CPU: 8 Jaguar Cores, 1.6 GHz
GPU: AMD GCN, 18 CUs, 800 MHz
Memória: 8 GB GDDR5, 176 GB/s

NEO:
CPU: 8 Jaguar Cores, 2.1 GHz
GPU: Improved AMD GCN, 36 CUs, 911 MHz
Memória: 8 GB GDDR5, 218 GB/s

Não há confirmação do valor de venda, mas a estimativa é que custe US$399, no mercado americano. A partir de outubro, todos os jogos de PS4 serão produzidos com o “Base Mode” e o “NEO Mode” – que é para serem usados no novo console, rodando com mais fluidez e 4K/Ultra HD.

O PS4 não será descontinuado, vai co-existir com o NEO, inclusive com interação entre os donos dos dois consoles.

Ainda não há data de lançamento definida.
Fonte: Giant Bomb

[RUMOR] - Microsoft pode lançar versão atualizada do Xbox One
Depois do relato do Giant Bomb sobre um PlayStation 4.5 chamado Neo, agora chegam rumores de que a Microsoft também está trabalhando na nova versão do Xbox One.

Um membro do NeoGAF descobriu diversos documentos da Comissão Federal de Comunicações (Federal Communications Commission ou FCC) que mostram que a Microsoft está testando um novo chip wireless para Xbox One com um número de modelo diferente.

Graças à ANATEL, o equivalente brasileiro da FCC, temos as primeiras fotos da placa:

Fontes do The Verge que conhecem os planos da Microsoft alegam que a empresa está testando diversos protótipos de Xbox, alguns deles com opções de componentes mais potentes, como os que você usaria para melhorar o desempenho de um PC voltado para jogos.

Ainda não está claro se a Microsoft pretende lançar um novo Xbox ou se vai ser só uma versão atualizada do Xbox One, mas a placa wireless pode ser uma parte do anúncio que a empresa deve fazer na E3 deste ano.

[Antevisão] - O Ano à Frente: Mobile e NX marcam um 2016 lotado para a Nintendo

Na nossa série de artigos O Ano à Frente, vamos explorar quais os desafios que esperam as três principais fabricantes de consoles terão que enfrentar em 2016. O que elas podem melhorar, o que elas devem mudar, o que precisa continuar. Hoje, vamos falar da Nintendo.

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Vamos por as cartas na mesa. O Wii U deu errado. Você pode argumentar que ele é um console, e certamente há ótimos jogos na plataforma, incluindo o meu favorito de 2014, Super Smash Bros., mas o mercado falou, e só pouco mais de 12 milhões de unidades foram vendidas. O PlayStation 4 já tem o triplo disso, mesmo saindo um ano depois, e o Xbox One também o passou. A história com o 3DS é outra, sem dúvida nenhuma, mas é difícil encontrar alguém que tenha expectativas positivas para a Nintendo, como uma empresa, agora.

Em 2016, a Nintendo pode mudar tudo isso. É um dos anos mais importantes da empresa, no qual devemos ver sua estreia no mercado de jogos mobile e o lançamento do NX, seu novo console/portátil/híbrido/sei lá o que.

Então vamos falar do NX. Não faltam rumores falando sobre a natureza da plataforma, mas uma das teorias mais fortes, e aquela que parece ser a mais confiável, é que o NX é parte portátil e parte console de mesa. Não sabemos ainda se ele será vendido com tudo junto desde o começo, ou se são aparelhos separados, mas esta parece ser a premissa básica do hardware. É uma ideia interessante, e com certeza não será uma iteração em alta-definição do seu antecessor, como foi com o Wii U em relação ao Wii, e isso é o mais importante.

A Nintendo achou que o público casual que comprou mais de 100 milhões de Wii vai gastar mais em uma plataforma que tem basicamente o mesmo nome, mas com um controle com tela e resolução em HD. Deu errado. Ela também achou que as pessoas iam comprar simplesmente por ser uma plataforma com Mario e Zelda, mas isso também deu errado. O NX tem que atrair as pessoas por razões que vão além do passado, ou da história da empresa, e não faltam desafios à frente.

Se a Nintendo realmente fizer uma plataforma que depende de dois aparelhos para ser desfrutada da melhor maneira, então ela terá grandes problemas, mas a palavra chave aí é “depende.” O NX não deve ser vendido como duas metades, mas sim como um portátil, completo e inteiro, e um console, completo inteiro. Se você tiver os recursos financeiros e a vontade para tal, ai sim, você compra os dois e junta tudo num pacote só. A pior coisa que a Nintendo pode fazer é dar ao consumidor a impressão de que, ao ter só o portátil ou só o console, a pessoa vai ter apenas 50% da experiência. Se um possível comprador achar que ele vai comprar algo incompleto, então esses US$ 400, ou qualquer que seja o preço da plataforma, irão para outra coisa, possivelmente um Xbox One ou PlayStation 4.

Se o NX for vendido com o portátil e o console juntos, ai esse problema será evitado completamente, mas aí teremos que algo que vai custar mais de US$ 600, e como a Sony aprendeu de forma dura no PlayStation 3, isso simplesmente não é aceitável.

Então vamos trabalhar na hipótese de que ele será vendido separadamente, e explorar os desafios que o console e o portátil vão enfrentar. Infelizmente não sabemos muito para o NX, então este texto vai trabalhar com muitas suposições, mas acho que elas estão dentro do possível e seguem a linha de pensamento mais lógica quanto a Nintendo.

O portátil deve ter o caminho mais fácil dos dois. A Nintendo domina o mercado hoje, com o 3DS destruindo o Vita em quase todo território – no Japão a competição é boa, mas fora, não há nem briga – e é uma parte da indústria que sempre teve as impressões digitais da empresa, é só ver os números de vendas do GameBoy ou DS original. É tentador dizer que o adversário do NX portátil será o iPhone, mas as pessoas não compram smartphones pra jogos. Ninguém vai olhar para um console de bolso e pensar “ah, eu já tenho um iPhone 6, pra que comprar isso”. Eles vão dizer isso pro iPhone 6S, ou o Galaxy 6, e por aí vai. Se um consumidor tem o celular como sua principal plataforma de jogos, ele provavelmente não vai considerar um NX nunca, então não vale investir nisso. O principal desafio é convencer quem já tem um 3DS a partir por NX, e há maneiras simples de conseguir isso, seja com retrocompatibilidade ou a habilidade de continuar seu progresso de uma plataforma na outra. Mas se no portátil a Nintendo vai competir com si mesma, no console de mesa ela tem dois adversários monstruosos.

O maior problema que o NX, como console de mesa, vai enfrentar é que mais de 55 milhões de possíveis consumidores já tem um produto, seja o PlayStation 4 ou o Xbox One, e assim como o Wii U, ele vai sair no meio de uma geração. Então como a Nintendo pode convencer essas pessoas a gastarem, digamos, US$ 400 em uma nova plataforma? Em primeiro lugar, ele não pode estar abaixo dos competidores em nenhum quesito. Quando o Wii U saiu, o apoio de publishers third-party pra ele foi quase nulo. Call of Duty e Madden estavam lá, mas sem ninguém pra jogar online. E então tínhamos coisas como Mass Effect 3 ou Batman: Arkham City Armored Edition, que já haviam sido lançados em outras plataformas. Se o NX sair, por exemplo, em novembro deste ano, ele tem que vir, de cara, com jogos como Mass Effect Andromeda, o novo Battlefield, Call of Duty, Dishonored 2 e tantos outros que vão povoar um fim de ano competitivo em 2016.

O NX também não pode deixar de ter um bom ecossistema online (sem friend codes, é hora de nomes de usuário, Nintendo), com troféus/conquistas, aplicativos de mensagens decentes, streaming para YouTube e Twitch e perfis que podem representar os gostos e vontades do usuário. Isso tudo parece coisa pequena, e quando estão lá, podem não ser aquilo que deixa o consumidor feliz com sua compra, mas é importante ter essas coisas. Sua presença pode não pesar, mas sua ausência com certeza machuca.

E então temos que levar em consideração o que o NX pode oferecer que os outros não têm. A primeira coisa é, claro, jogos. Nisso a Nintendo tem que prestar atenção para não repetir os erros do Wii U. Agora, quase quatro anos depois, ele tem bons jogos. Smash, Splatoon, Super Mario Maker, Bayonetta 2. Mas no lançamento? Zombi U e mais um Mario de plataforma 2D não foram o suficiente, e repetir isso não é aceitável. A maneira óbvia de evitar esses tropeços é ter um forte catálogo desde o começo. Se não há tempo de fazer outro Smash, Splatoon ou Mario Maker, fazer ports, com os DLCs, do Wii U, permitindo a quem tem o jogo no console antigo pegar o novo com desconto, ou até de graça, e continuar a jogar.

E em termos de futuros lançamentos para o Wii U, eu vou ficar muito, muito surpreso se o novo Zelda e Pokkén Tournament não tiverem versões para o NX.

Eu acho que dizer “as pessoas vão comprar por Mario e Zelda” não significa muito mais depois do Wii U. As pessoas não vão comprar só por Mario e Zelda, mas elas vão comprar algo se forem atraídas pelo senso de novidade e diversão que só a Nintendo tem, combinado com algo que deixe claro que são jogos com novidade. Se o novo Zelda realmente tiver um mundo aberto sandbox como Witcher ou Skyrim, acho que ele está bem encaminhando. Um Mario 3D, que ofereça coisas semelhantes a Mario 64 ou Super Mario Galaxy, também é um golaço inevitável. De qualquer outra empresa, isso seria pedir muito, mas essa é a Nintendo. Eles podem.

Mas também é importante não se limitar ao passado. Splatoon é a primeira nova franquia de real valor da Nintendo em anos, e o resultado está visivelmente claro na recepção positiva da crítica e do público, nas vendas surpreendentemente altas e até nos prêmios. Novas ideias e Nintendo eram quase sinônimos, e com sorte, Splatoon serviu de lição para a empresa de que, se ela realmente se dedicar a algo novo, a resposta virá. A ideia do Maker, tão bem executada em Mario, também precisa ser explorada – Zelda maker, alguém?

E então há outro nome que não pode ficar de fora do NX. Pokémon. Eles estão completando 20 anos em 2016, e com um potencial híbrido entre portáteis e consoles de mesa sendo criado, a hora é chegada de injetar nova vida na série. E não, a resposta não é Pokkén ou um novo Pokémon Stadium (apesar de que isso seria legal). A resposta é um RPG, preferencialmente de mundo aberto, com mecânicas refinadas e visuais legais, para o console. Pokémon, tradicionalmente, tem sua casa nos portáteis, mas agora é o momento certo de abandonar tradição. As pessoas gostam da franquia, mesmo 20 anos depois, crianças e jovens que cresceram com os desenhos e jogos ainda estão investidos emocionalmente em capturar todos e se tornar um mestre. Por que se limitar a oferecer isso no NX portátil? Ali o sucesso é garantido, claro, mas não há razões para ficar só ali.

Com Pokémon, a Nintendo também pode mostrar como a comunicação entre os dois lados da plataforma é eficaz. A Sony já mostrou que isso é possível, com cross-play, cross-buy e cross-save, mas a o NX pode ir mais além, permitindo continuar a experiência quando você sair de casa. Essa comunicação é justamente o outro ponto especial que o NX pode oferecer e que não é possível no Xbox ou PS4. Ambas Microsoft e Sony tentaram, uma usando tablets, outra com o Vita, mas no fim isso não foi longe. Se o NX tiver algo equivalente ao Remote Play, se ele tiver cross-buy, save e play, e ainda por cima a capacidade de continuar jogando, sem virtualmente nenhuma interrupção, então já é algo para conversar. Acho que não podemos dizer ainda que isso vai gerar vendas, e com certeza reproduzir a experiência de console no portátil será um desafio, mas é um ponto positivo e algo a ser levado em consideração na comparação de produtos.

E já que estamos falando disso. Por que não continuar a experiência do NX no mobile também? A Nintendo está investindo em jogos e apps para smartphones e tablets, poder gerenciar seu perfil, mandar mensagens, adicionar amigos e comprar jogos direto do celular com certeza seria legal. Mas é claro que sua presença em mobile tem que ir além disso, e é seguro dizer que ela vai. Sugiro olhar para a Square Enix ocidental, que com Hitman GO e Lara Croft GO, criou boas experiências, sem cair nas tentações de algo free-to-play ou pay-to-win, e obteve sucesso na plataforma.

Em termos de vendas, a Nintendo provavelmente vai ficar tranquila no mercado mobile. No dia que ela anunciar que um Mario old-school, um Pokémon ou coisa semelhante, foi lançado na App Store, milhares de pessoas vão comprar simplesmente porque é a Nintendo. Então a maior preocupação é a qualidade, e isso nunca faltou nos jogos da empresa. O segredo no mundo mobile é o equilíbrio, algo que seja simples para jogar, mas que ofereça elementos especiais que o destaquem da competição massiva que existe nas lojas da Apple e Google. Se olharmos pra Pokémon GO, fica claro que a Nintendo entendeu isso.

2016 vai ser um dos anos mais importantes pra Nintendo, especialmente no mercado de consoles. Ela nunca esteve sob tantos olhares curiosos, com tantas pessoas interessadas em ver o que acontecerá em seguida. Se isso tudo vai se transformar num ano de reviravolta para a empresa, trazendo de volta o sentimento de inovação e alegria que sempre marcou seus produtos mas faltou no Wii U, ou será o ano em que as conversas sobre a Nintendo abandonar realmente a fabricação de hardware vai se intensificar, ainda não sabemos. Uma coisa é certa. Ela precisa arriscar. Ela precisa mudar e se desprender de costumes datados que ainda a machucam.

Nas palavras de Abraham Lincoln. “Os dogmas do passado quieto são inadequados para o presente tempestuoso. A ocasião está repleta de dificuldade, então devemos crescer com a ocasião. Como nosso caso é novo, devemos agir e pensar de forma nova.”

Arriscar pode não dar certo, mas continuar no mesmo com certeza não é a solução.
Fonte: Jovem Nerd



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